CONHECENDO O PLANO DE DEUS PARA ISRAEL
ISRAEL NO PLANO DA SALVAÇÃO
Rm 9,10 e 11
Introdução:
Paulo dedica-se esses 3 capítulos a
nação de Israel. Romanos 9 – 11 revela uma argumentação necessária de Paulo em
favor da justificação pela Fé. Para começar os Judeus
considerava Paulo um traidor e os cristão Judeus em Roma
haviam falar de sua reputação duvidosa.
No capitulo 9 Paulo demonstra seu amor por Israel e seu anseio pelo bem de seu povo. Este era o motivo pessoal de Paulo para tratar da questão.Mas há também um motivo doutrinário. Em Romanos 8, Paulo havia argumentado que o cristão está seguro em Cristo e que a Eleição de Deus permanece (Rm 8.28-30).
ALGUÉM PODE PERGUNTAR: E quanto aos Judeus? Foram escolhidos por
Deus, e no entanto você diz que foram colocados de lado, e que Deus
está edificando a sua igreja. Deus não cumpriu suas promessas a Israel? O
QUE ESTÁ EM JOGO AQUI, em outras palavras É O CARATER DE
DEUS. Se Deus não foi fiel
aos Judeus como ter certeza que será fiel a Igreja?
Romanos 9 enfatiza a ELEIÇÃO PASSADA de
Israel.
Romanos 10 a REJEIÇÃO PRESENTE de
Israel.
Romanos 11 a RESTAURAÇÃO FUTURA de
Israel.
É a única nação do mundo
que possui uma história completa – passado, presente e futuro.
No capitulo 9 Paulo
defende o caráter de Deus mostrando que, na verdade, a história de Israel
engrandece os atributos de Deus. Cita especificamente 4 desses
ATRIBUTOS divinos.
· FIDELIDADE (Rm
9.1-13).
· JUSTIÇA (Rm
9.14-18).
· EQUIDADE (Rm
9.19-29).
· GRAÇA (Rm
9.30-33).
Podemos observar que essas divisões correspondem
a trës perguntas de Paulo:
1) Há injustiça da parte de Deus? (Rm 9.14).
2) De que se queixa ele ainda? (Rm 9.19).
3) Que diremos, pois? (Rm 9.30).
1. FIDELIDADE DE DEUS (Rm 9.1-13).
Paulo
passa da alegria (Rm 8) para a tristeza e o peso de (Romanos 9). Quando olha
para Cristo o apóstolo se regozija, mas quando olha para o povo
perdido de Israel, ele chora. Como Moisés (Ex 32.30-35).
Estava disposto a ser amaldiçoado e separado de Cristo, caso isso pudesse
salvar Israel. O apostolo mostrou-se
disposto a ficar fora do céu por amor aos salvos (Fp 1.22-24), e a ir para o
inferno por amor aos perdidos.
Seu tema é a eleição de
Israel por Deus e a primeira questão da qual ele trata é a Bênção da
eleição (Rm 9.4,5).
· Israel foi adotado por Deus para ser seu povo (Ex
4.22,23).
· O Senhor lhes deus sua Glória no Tabernáculo e no
Templo (Ex 40.34-38; 1Rs 8.10,11).
· A Glória que Moisés contemplou no monte Sinai foi
habitar com Israel (Ex.24.16,17).
· Deus deu suas alianças a Abraão, Moisés e Davi.
Também deu a Lei para governar a vida política, social e religiosa e para
garantir que seriam abençoados, se obedecessem.
· Deus deu o culto, o ministério no tabernáculo e no
templo. Também lhes deu as promessas e os patriarcas.
Os propósitos de todas essas bênçãos e que JESUS
CRISTO viesse ao mundo por meio de Israel (Rm 9.5 Afirma a divindade de
Cristo). Todas essas bênçãos foram dadas apenas a Israel.
No entanto apesar de todas essas bênçãos
Israel fracassou. Quando o Messias veio Israel o rejeitou e o crucificou. Paulo
sabia muito bem disso. O fracasso de
Israel significava que a Palavra de Deus havia falhado? O termo
grego “falhar”refere-se A UM NAVIO SAINDO DO CURSO.
A resposta é “DE MODO ALGUM. Não
importa o que os homens façam com sua Palavra, DEUS é Fiel”.
Aqui Paulo explica a base para a eleição de Israel.
NÃO FOI POR DESCENDÊNCIA NATURAL (Rm
9.6-10). Ismael e Isaque.
NÃO FOI POR MÉRITO HUMANO (Rm
9.11-13). Esaú e Jacó.
Portanto se a nação de Israel - os
descendentes físicos de Abraão – rejeitou a Palavra de Deus, isso não anula, de
maneira alguma, os propósitos eletivos de Deus. Deus é fiel mesmo quando seu povo é infiel.
2. A EQUIDADE DE DEUS (Rm 9.14-18).
O fato de DEUS escolher um e não a outro parece mostrar que Ele é iníquo. “HÁ INJUSTIÇA DA PARTE DE DEUS?” Paulo responde “DE MODO NENHUM”.
É impensável que um Deus santo proceda
com qualquer iniqüidade. A eleição é sempre uma questão da mais absoluta Graça.
Se Deus agisse apenas baseado na sua equidade ninguém seria salvo.
Paulo cita (Ex 33.19). Idolatria do
povo no monte Sinai – morrem 3 mil pessoas.
Paulo cita (Ex 9.16). Faraó e
Moises. Ambos pecadores, assassinos e viram os prodígios de Deus.
Portanto não foi uma questão de equidade, mas sim da vontade soberana de Deus
Deus é santo e deve castigar o pecado; mas Deus é amoroso e deseja salvar os pecadores. A salvação de todos seria uma negação de sua santidade, mas a perdição de todos seria uma negação de seu amor. A SOLUÇÃO PARA ESSE DILEMA É A ELEIÇÃO SOBERANA DE DEUS.
Um professor de seminário diz “tente explicar a eleição e pode acabar perdendo o juízo; tente se livrar dela e perderá a alma”. Deus escolheu Israel e condenou o Egito, pois esse era seu propósito soberano.
O “ENDURECIMENTO”DE FARAÓ (Rm 9.18). É mencionado pelo menos 15 vezes
em Êxodo 7 a 14. Em algumas ocasiões, o texto diz que Faraó endureceu o coração
(ÊX 8.15, 19,32). Outras vezes afirma que Deus endureceu o coração de Faraó (Êx
9.12 ; 10.1,20,27). Deus não tratou Faraó com injustiça,pois lhe deus várias
oportunidades de Faraó se arrepender e de crer.
3. A JUSTIÇA DE DEUS (Rm 9.19-29).
Não fará justiça o Juiz de toda terra
(Gn 18.25).
É impensável que Deus possa ter um propósito injusto ou que possa cometer qualquer injustiça. Mas as vezes, parece ser exatamente isso que acontece. Ele teve misericórdia de Moisés, mas condenou Faraó. Isso é justo? Escolheu Israel e rejeitou as outras nações. Isso é justo?
PAULO APRESENTA TRÊS RESPOSTAS PARA ESSA ACUSAÇÃO.
1. QUEM SOMOS NÓS PARA DISCUTIRMOS COM
DEUS (Rm 9.19-21).
Barro e o Oleiro (Jr 18). Mas é Deus quem determina se um homem será Moisés ou
um Faraó.
É tolice de nossa parte questionar sua vontade ou resistir a ela (Is 45.9).
2. DEUS TEM SEUS PROPÓSITOS (Rm 9.22-24).
“preparam a si mesmos para a perdição”.
Um dos propósitos de Deus é formar sua
igreja tanto de Judeus quanto com Gentios (Rm 9.24).
Nós cristão de hoje somos, pela Graça
de Deus, “vasos de misericórdia” que ele está preparando para a Glória (Rm
8,29,30).
3. TODAS ESSAS COISAS FORAM PROFETIZADAS (Rm 9.25-29).
Isso prova que Deus não foi injusto ao
salvar alguns e julgar outros, pois estava apenas cumprindo as profecias do
A.T. Teria sido injusto se não tivesse mantido sua própria Palavra. Mais
do que isso as profecias mostram que a eleição de Deus possibilitou a salvação
dos gentios, um ato da Graça de deus.
No
êxodo Deus rejeitou as outras nações e escolheu o povo de Israel, de modo que
por meio de Israel, pudesse salvar os outros povos. A nação de Israel rejeitou
a vontade de Deus, mas isso não frustrou seus propósitos. Um remanescente Judeu
ainda é fiel, e a Palavra de Deus se Cumpriu.
A
rejeição de Israel não anulou a eleição de Deus; apenas provou que Ele é Fiel
ao seu caráter e a seus propósitos. (
4. GRAÇA DE DEUS (Rm 9.30-33).
Aqui Paulo passa da soberania divina para a
responsabilidade humana. Convém observar que o Apóstolo não diz “ELEITOS” e
“NÃO ELEITOS” mais sim enfatiza a fé.
JUDEUS buscaram a JUSTIÇA mas não a
encontraram, enquanto os Gentios que não estavam buscando encontraram. Isto porque Israel tentou ser salvo pelas obras , não
pela fé. Rejeitou a “justiça da
graça” e tentou agradar a Deus com a “justiça da Lei”.
Os Judeus acreditavam que os gentios
deveriam se ELEVAR ao nível de Israel para ser salvos; na verdade , os Judeus
é que deviam se REBAIXAR ao nível dos gentios para ser salvos. “Porque
não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.22,3).
A rejeição de Israel representa a salvação dos
gentios.
Paulo
cita (IS 28.16) Refere-se a Cristo, a Pedra da Salvação (ver Sl 118.2). Deus
ofereceu Cristo para ser uma Pedra Fundamental, mas Israel o
rejeitou e ele se tornou uma pedra de tropeço (Rm 11.11).
Devemos
decidir que tipo de justiça buscamos: se dependemos de BOAS OBRAS e de nosso CARATER, ou se CREMOS SOMENTE EM CRISTO para receber
a salvação.
Deus não salva as pessoas pelo seu
nascimento ou comportamento. Ele as salva “pela graça [...] mediante a fé (Ef
2.8,9). Não se trata de uma questão de estar ou não entre os eleitos de Deus.
Esse é um MISTÉRIO que somente Deus conhece. O Senhor oferece a salvação pela
fé. Essa oferta é feita “ a quem quiser” (Ap 22.17). Depois que cremos em
Cristo, temos o testemunho e as evidências de que estamos entre seus eleitos
(Ef 1.4-14; 1Ts 1..1-10).
Quando um homem perguntou a Charles Spurgeon como ele conciliava a
soberania divina com a responsabilidade humana, Spurgeon respondeu “Nunca tento reconciliar amigos”
Capitulo 10 - A REJEIÇÃO DE ISRAEL NO
PRESENTE Paulo explica três aspectos da rejeição por Isael.
1. OS MOTIVOS DA SUA REJEIÇÃO (Rm 10.1-13).
Seria de imaginar que Israel como
nação, aguardasse com ansiedade a vinda de seu Messias, estando preparado para
recebê-lo.
Quando Jesus Cristo veio, Israel o rejeitou. “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (Jo 1.11). Mas tinha os remanescentes fiéis dentro o povo que esperava a vinda do Messias, pessoas como Simeão e Ana (Lc 2.25-38), mas a maioria não estava preparada quando ele chegou.
COMO EXPLICAR ESSE
ACONTECIMENTO TRÁGICO?
Paulo apresenta vários motivos pelos
quais Israel rejeitou seu Messias.
Não sentiam necessidade de salvação (Rm
10.1). Exemplo: apóstolo Paulo (Saulo).
O
irmão mais velho (Lc 15.11-32);
O
Fariseu (Lc 18.9-14).
Israel teria se contentado com a salvação política do domínio romano, mas não sentia necessidade de salvação espiritual dos próprios pecados.
Possuíam Grande Zelo por Deus (Rm 10.2).
Quando Israel voltou do cativeiro da
Babilônia, estava curado de sua idolatria. No Templo e na Sinagoga locais, adorava-se
e servia-se somente ao Deus verdadeiro e ensinava-se somente a Lei verdadeira.
Os Judeus eram tão zelosos que “aperfeiçoaram”
a Lei de Deus e acrescentaram suas tradições, tornando-as iguais à Lei.
O próprio Paulo havia sido zeloso para com a Lei e as tradições (At 26.1-11; GL 1.13,14).
Muitas pessoas religiosas hoje em dia cometem os mesmos erros. Acreditam que suas boas obras e gestos religiosos as salvarão. Quando na verdade essas práticas as impedem de ser salvas.
Por certo, muitas delas são sinceras e devotas, mas a sinceridade e a devoção não tem poder de salvar a alma. “Visto que ninguém será justificado diante dele [de Deus] por obras da Lei (Rm .20).
Eram orgulhosos e hipócritas (Rm 10.3).
Isael não conhecia a justiça de Deus, por se recusar a aprender. Orgulhavam-se de suas boas obras e virtudes religiosas e não desejavam reconhecer seus pecados nem crer no salvador. Paulo vivia nesse mesmo erro antes de seu encontro com o Senhor Jesus (Fp 3.1-11).
TESTEMUNHO
Certo dia um pastor Robert Murray
McCheyene distribuía folhetos, entregou um deles para uma senhora bem vestida.
Olhou com ar de superioridade e disse: pelo visto, não sabes quem eu sou!
Com seu jeito sempre gentil o pastor respondeu: _ Minha senhora, está chegando o dia do julgamento, e, nesse dia, não fará diferença alguma quem você é!
Interpretavam incorretamente sua própria Lei (Rm 10.4.13)
Tudo na religião judaica apontava para a vinda do
Messias,
- seus sacrifícios;
- o sacerdócio;
- os cultos nos templos;
- as festas religiosas;
- e as alianças.
Sua Lei revelava que eram pecadores e precisavam de um salvador. Mas em vez de deixarem que a Lei o conduzissem a Cristo (Gl 3.24). Adoraram a LEI e rejeitaram o Salvador.
No que diz respeito ao cristão, a Lei
chegou ao fim. A justiça da lei se cumpre na vida do cristão por meio do poder
do Espírito Santo (Rm 8.4). Mas o reinado da Lei terminou (ver Ef 2.15; Cl
2.14) “Pois não estais debaixo da lei, e sim da graça (Rm 6.14).
|
A justiça
da lei |
A justiça
da fé |
|
Exclusiva
para os Judeus |
Para
“todos” |
|
Baseado em
obras |
Somente
pela fé |
|
Justificação
própria |
Justificação
de Deus |
|
Não pode
salvar |
Traz
salvação |
|
Obedecer
ao Senhor |
Invocar o
Senhor |
|
Conduz ao
orgulho |
Glorifica
a Deus |
2. SOLUÇÃO PARA ESSA REJEIÇÃO (Rm 10.14-17).
Era que os Judeus deviam invocar o nome
do Senhor. Antes porém, de invocarem seu nome, é preciso que creiam que JESUS
CRISTO DE NAZARÉ é o verdadeiramente o FILHO DE DEUS e o MESSIAS de Israel.
Também crer em sua morte ressurreição (Rm 10.9);
Deveriam ouvir a Palavra (Rm 10.17). Pois, é ela que produz a fé no coração do que ouve.
A solução para a rejeição de Israel é
ouvir a Palavra e crer em Jesus Cristo.
3. O RESULTADO DE SUA REJEIÇÃO (Rm 10.18-21)
Israel é culpado (Rm 10.18)
A mensagem é levada aos gentios (Rm 10.19,20)
Moisés previu isso em (Dt 32.21);
Paulo mencionou esse fato em (Rm
9.22-26).
Um dos motivos pelos quais Deus enviou
o evangelho aos gentios fi para provocar o ciúmes dos Judeus (Rm 10.19; 11.11).
Foi um ato da graça divina tanto para Judeus, quanto para gentios.
O profeta Isaias também predisse que
Deus salvaria os gentios (Is 65.1).
No N.T. o início do
evangelismo começou primeiro com os Judeus.
Quando enviou seus discípulos, proibiu-os de pregar aos gentios e samaritanos
(Mt 10.1-6). Depois da ressurreição pediu que aguardassem em Jerusalém, onde
deveriam começar seu ministério (Lc 24.46-49; At1.8). Nos setes primeiros
capítulos de atos, o ministério é exclusivamente aos Judeus e gentios
prosélitos. No entanto quando os Judeus apedrejam Estevão e passam a perseguir
os cristãos, Deus enviou o evangelho aos samaritanos (At 8.1-8) e
posteriormente aos gentios (at 10).
Deus ainda anseia por seu povo (Rm 10.21)
Trata-se de uma citação de Isaias 65.2
“todo dia” certamente é uma referencia ao dia da salvação, ou seja , o dia da
graça em que vivemos. “Todo dia” nos lembra do
ministério de Paulo aos Judeus em Roma, prisioneiro. “Desde a manhã até a
tarde” Paulo lhes explicava as Escrituras e procurava persuadi-los
de que Jesus é o Messias (At 28.23).
Por meio de Paulo Deus abriu seus
braços de amor a seu povo desobediente, ansiando por eles, pedindo que
voltassem. O favor de Deus pelos gentios,
não mudou seu amor pelos Judeus. (2 Pe 3.9).
Capitulo 11 – afim de provar que os Judeus tem um futuro dentro do plano de Deus, o apóstolo chama cinco testemunhas.
1. O próprio Paulo (Rm 11.1) Sua conversão apresentada 3 vezes (At 9, 22, 26). Lucas mostra a conversão de Paulo como uma ilustração da futura conversão de Israel como nação.
2. O profeta Elias (Rm 11.2-10) Elias pensava que a nação havia se afastado inteiramente de Deus ( 1 Rs 19) No entanto, o profeta descobriu que ainda havia um remanescente fiel. Pensou que era o único servo fiel de Deus que ainda restava, mas descobriu que havia mais mil.
3. Os Gentios (Rm 11.11-15) Deus
introduziu um novo elemento – a igreja – no qual judeus e gentios que crêem são
um só corpo em Cristo (Ef 2.11-22). Em Ef 3 Paulo chama esse
elemento de “mistério”, ou seja, um “segredo santo” não revelado no A.T.
Israel foi apenas colocado de lado até
chegar a hora de os desígnios de Deus para seu povo se cumprirem.
Hoje os gentios salvos provocam os
“ciúmes dos judeus” (Rm 10.19). por causa das riquezas espirituais que possuem
em Cristo.
Israel tem um futuro e Paulo chama de
“sua plenitude” (Rm 11.12) e de seu restabelecimento (Rm 11.15).
Deus jamais romperá sua aliança com seu
povo (Jr 31.35-37).
4. Os Patriarcas (Rm 11.16-24)
Quando o sacerdote oferecia ao Senhor um
feixe de cereal indicando que toda a colheita pertencia a Deus (Lv 23.9-14). A
idéia é que, quando Deus aceita a parte oferecida, também santifica o todo.
Deus aceitou Abraão o fundador de Israel, e ao fazê-lo, separou do mesmo modo
seus descendentes. Deus também aceitou outros patriarcas, Isaque e Jacó, Isso
significa que Deus deve aceitar “a totalidade da massa – nação de Israel”.
5. O próprio DEUS (RM 11.25-36).
O tempo de Deus (Rm 11.25); A
promessa de Deus (Rm 11.26); A aliança de Deus (Rm 11.27,28); A natureza de Deus (Rm 11.29); A graça de Deus (Rm 11.30-32);
A sabedoria de Deus (Rm 11.33-36).
Paulo convocou 5 testemunhas e todas
concordaram: Israel tem um futuro.
Quando Jesus Cristo
voltar e se assentar no trono de Davi para governar sobre seu reino, Israel será
“reconciliado” e “recebido”, e será como uma ressurreição.

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